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30 de julho de 2017

Dicas para diminuir o sotaque estrangeiro e melhorar a pronúncia

Você gostaria de ouvir de um alemão "Wow.. du sprichst akzentfrei" (Nossa, você fala sem sotaque)"? Acha que é impossível? Já ouviu dizer que depois de uma certa idade ninguém mais consegue perder o sotaque? Pois saiba que é possível, sim. Se você não falar 100% sem sotaque, pode falar de forma bem próxima, de forma que o sotaque só apareça de vez em quando, mesmo tendo aprendido a língua depois de adulto. E aqui vou dar algumas dicas preciosas de como diminuir o sotaque estrangeiro.

1) Apurar o ouvido
Bem, esse ponto aqui é  complicado de se exigir de alguém, pois uma boa audição é algo com que se nasce. Mas a questão aqui é que sempre dá pra melhorar a sua capacidade auditiva.
Há pessoas que são desafinadas ao cantarem, por exemplo. Na maioria dos casos, o problema talvez comece na audição. Ao não notar a diferença entre duas notas musicais muito próximas, a pessoa mesma não consegue notar que está cantando fora do tom.
O mesmo se dá com idiomas. Quantas vezes você já tentou ensinar a diferença entre o ö de köstlich e o ö de Österreich, ou a diferença entre o a de Bahn e o a de Lamm e as pessoas dizem "Nossa. Mas não é a mesma coisa? Pra mim soam iguais".

Ouça aqui os exemplos que dei (mantenha o foco só nas vogais Ö e A marcadas):
Österreich () e köstlich ()

Bahn () e dann ()

Se você não consegue ouvir a diferença, pode ser que não consiga também falá-las de forma diferente. Então é necessário fazer alguns exercícios para se sensibilizar aos sons diferentes antes de tentar reproduzi-los.
SEM DESESPERO! Com exercícios é possível aprender a diferenciar sons.

E nem adianta dizer que é culpa do alemão. Meus alunos de português também acham superdifícil de início reproduzir a diferença entre avó e avô. É uma questão de se sensibilizar pra ouvir a diferença e só depois tentar reproduzi-la.

2) Conseguir noções de Fonética e Fonologia
Ninguém precisa estudar Letras para ter uma boa pronúncia. Mas assim como um bom domínio de um idioma requer também um certo conhecimento de gramática, uma boa pronúncia pressupõe certas noções de Fonética. O Alfabeto Fonético Internacional (conhecido como IPA - são aqueles símbolos que aparecem como pronúncia do dicionário) é uma ÓTIMA forma de entender melhor a pronúncia. Entender melhor como os sons se formam, onde pôr a língua, a abertura da boca, o arredondamento dos lábios etc. ajuda bastante a pronunciar o som corretamente.
Ter uma noção básica do alfabeto ajuda você a fugir de explicações como "É quaaaaase o som da letra X da palavra Y". Uma pessoa que tem o mínimo de noção de fonética procura o símbolo no alfabeto fonético e sabe exatamente como o som é produzido. Depois de entender o mecanismo de produção é apenas uma questão de ouvido e muito treino. Um das coisas que mais gostei de ter aprendido na faculdade foi o Alfabeto Fonético Internacional. Eu nunca mais olho para a pronúncia do dicionário da mesma forma que eu via antes de aprendê-lo.
Então nada de comprar dicionário com pronúncias "como se fosse em português", hein?
Para quem quiser saber mais sobre o Alfabeto Fonético, clique aqui.
Para saber mais sobre os fonemas da língua alemã representado por símbolos do Alfabeto Fonético, clique aqui.

3) Falar naturalmente requer atentar para a linguagem coloquial/regional
Depois de dominar a pronúncia da linguagem culta, para que você não pareça um apresentador de telejornal, é necessário ter mais contatos com alemães no dia-a-dia para ouvir como eles falam. Nos cursos de alemão normalmente se aprende Hochdeutsch, uma variedade padrão ensinada nas escolas e usada especialmente em situações formais (como em telejornais, discursos de políticos, linguagem acadêmica etc.) Mas pra falar "sem sotaque" é necessário também saber ouvir as pessoas ao seu redor. Dependendo da região, da idade, do sexo, da profissão etc. das pessoas com quem você fala, você terá que adaptar o alemão aprendido no curso.

Por exemplo, vejamos a frase: Ich habe einen guten Deutschlehrer. Escutem agora as duas pronúncias abaixo.



No primeiro exemplo, a frase é pronunciada tal como está escrita, palavra por palavra. Só que na fala natural dos alemães quase ninguém fala assim tão "explicadinho". O -e da primeira pessoa dos verbos quase nunca é dito (já falei sobre isso aqui), a sílaba ei- dos artigos indefinidos (eine, einen, einem etc. ) também não, o -e- das terminações dos adjetivos é muitas vezes engolido quando seguido de -m ou -n (gut'n, gut'm) ou mesmo acontecendo com os infinitivos verbais (sag'n, geh'n) . O segredo é:  mesmo que você pronuncie cada palavra corretamente, é necessário ouvir mais alemães falando naturalmente para tentar imitá-los. Ouça mais quem fala alemão com você ou com quem você queira falar alemão. E lembre-se, o alemão usado numa mesa de bar não será o mesmo usado por professores na faculdade. Portanto, sempre esteja atento ao modo como as pessoas falam em cada situação. Se você morar numa região de dialeto, é importante também abrir bem os ouvidos para perceber essas diferenças.

Já mencionei aqui no blog algumas diferenças do alemão da rua e dos cursos. Clique aqui.

4) Fingir que você é uma outra pessoa quando fala outra língua
No filme "Olga" vários atores
brasileiros falaram alemão. 

Você já tentou imitar o sotaque de uma outra região do Brasil ou de Portugal? Você é bom nisso? Se não tentou, tente. Porque imitar um sotaque da nossa própria língua com perfeição já é um bom exercício para saber se você é bom de ouvido. Quando as pessoas tentam imitar o sotaque de uma determinada região, seja para fazer piada, para um papel numa peça ou filme,  ou até mesmo com o intuito de esconder as suas origens, normalmente a pessoa assume outra identidade.

Se um ator carioca ou paulista tenta imitar, por exemplo, o sotaque gaúcho, uma das coisas que ajuda é pensar que ele não é mais ele mesmo. Ele entra naquele personagem, bota o figurino, muda de nome e "bá... tchê...bagual...".

Se você quer ter um bom sotaque alemão, você já tentou imaginar que tudo não passa de uma peça de teatro e que, por um momento, você poderia ser um Hans, uma Ulrike, um Fritz, uma Frida? Pois faça o teste. Imagine por um momento que você está tentando imitar um amigo alemão. Finja que não é você. Tente imitá-lo. Se não tiver amigos alemães pegue uma cena de um filme alemão e finja que é um dos atores da cena. Tente reencená-la. Entre no personagem.

No momento em que você finge ser outra pessoa, você passa a ter menos medo de fazer coisas (inclusive fazer sons com a boca) que você normalmente não faria sendo você mesmo(a). Se você acha que não é bom ator/atriz, compre um fantoche. Dê um nome alemão pra ele. E imagine que você esteja falando alemão com uma criança através do fantoche. Só em tentar fazer uma outra voz pro fantoche, você já vai conseguir falar diferente do que fala normalmente.

A maioria das pessoas nunca perde o sotaque pois têm medo de assumirem essa nova pessoa, de perderem sua identidade brasileira/portuguesa etc., por vergonha, por insegurança. Pois tente ser outra pessoa quando falar alemão. Tente. Não custa nada.

5) Ser perfeccionista
Depois de anos de ensino e contato com estrangeiros falando idiomas, constatei o seguinte em relação ao aprendizado de pronúncia: há dois grupos: aqueles que dizem "Professor, se eu falar assim eles vão me entender? Então, pronto. Tá ótimo" e aqueles que dizem assim "Professor, vamos fazer exercícios de pronúncia. Não me conformo em pronunciar errado". Ou seja, existe um grande número de pessoas que não se importa em ter sotaque. Há um grande número de alunos que dizem "Contanto que me entendam, tá ótimo". Tem gente que acha sotaque até "charmoso". Todas as pessoas que conheço falando alemão sem sotaque se esforçaram muito para soar como um nativo e não se contentavam com uma pronúncia mais ou menos. Há um quê de perfeccionismo nas pessoas que insistem em melhorar a pronúncia a ponto de soar feito um nativo. Essa vontade de pagar o preço que for necessário (muito treino, muita repetição, muito esforço etc.) para falar bem precisa vir da própria pessoa. Como professor, não há como conseguir convencer todos os meus alunos a fazerem esse esforço, quando muitos alunos querem apenas ser entendidos. Então para diminuir o sotaque estrangeiro de vez, você primeiramente precisa ser perfeccionista.

Cabe lembrar que não há nada de errado em não querer perder completamente o sotaque estrangeiro, desde que a pronúncia seja compreensível. Se você gosta de falar com sotaque, todo mundo te entende e você está satisfeito(a) assim, é o que importa. Lembre-se de que muitos estrangeiros moram no Brasil que falam português com sotaque. Então dê o seu melhor, mas não se estresse tanto.

Para ler mais sobre a pronúncia de determinados sons, clique aqui.

Obs.: Algumas pessoas podem ter problemas em reproduzir sons até na própria língua. Se você tem um problema físico de audição ou de dicção, é possível que você tenha que procurar um(a) fonoaudiólogo(a). 

20 de julho de 2017

Verdade ou Mito? Substantivos de origem estrangeira são sempre neutros?

Hoje gostaria de falar sobre o gênero de substantivos de origem estrangeira. Para começar vou falar sobre a língua portuguesa.

Este é um fenômeno conhecido dos falantes de português. Quando uma palavra de outra língua passa a ser usada no nosso idioma, esta também recebe um gênero: masculino ou feminino. Muitas palavras do inglês acabam sendo do gênero masculino.

o mouse
o laptop
o notebook
o e-mail
o hot dog

etc.

Mas também temos exemplos de palavras femininas vindas do inglês
a lan house
a internet
a top model

Existem várias razões pelas quais uma palavra ganha um gênero. Às vezes os falantes fazem associação com outras palavras existentes na língua (a internet = a rede de computadores, a lan house = a casa, o mouse = o rato). Mas nem sempre os falantes associam a palavra com alguma da língua. Apesar de ser "o refrigerante", quase todos são femininos: Vou beber uma Coca-Cola, uma Fanta, uma Pepsi, uma Sprite. Já os guaranás são masculinos: Vou beber um Kuat. Bebidas energéticas e isotônicas parecem ser majoritariamente masculinas: Vou beber um Red Bull, um Gatorade.

Pra se ter uma ideia de como nem sempre é fácil estabelecer um gênero fixo para uma palavra estrangeira, a palavra mousse (também escrita musse) é do gênero feminino: Comi UMA mousse de chocolate. Mas há inúmeros falantes nativos que dizem "um mousse". Na Itália um queijo chamado mozzarella. Em português sua grafia foi adaptada para mozarela ou muçarela (se não acredita, confira aqui). E aí? Você comeu um mozarela ou uma mozarela? Essa palavra vai ser masculina porque é um "queijo" ou vai ser feminina porque termina em -a? A sua pizza tem muitO ou muitA mozarela? O que você costuma dizer? Já já comento mais.

Agora vamos ao alemão: 
Da mesma forma que em português há muitas razões possíveis para que uma palavra estrangeira ganhe um determinado gênero. Mas independente de qual gênero ela receber, saiba que será quase sempre de forma intuitiva, ou seja, os próprios falantes passam a associar aquela palavra a um gênero, sem saber o porquê. Vamos aos exemplos.

Bebidas alcoólicas são masculinas em alemão (com exceção de (das) Bier). Portanto, não importa qual seja a língua de origem, todas ganham o gênero masculino.

der Whisky
der Wodka
der Cocktail
der Drink
der Rum

E o que acontece com Tequila? Caipirinha? Cachaça? São femininos, né?
Tequila segue a regra das bebidas alcoólicas, portanto, der Tequila.
Já Caipirinha e Cachaça aceitam tanto o gênero masculino quanto feminino: der/die Caipirinha; der/die Cachaça

Se eu parasse o texto por aqui, já seria suficiente para provar que palavras estrangeiras nem sempre são do gênero neutro, mas gostaria de dar mais alguns exemplos.

Francês e italiano, assim como português, têm apenas os gêneros masculino e feminino. Vamos ver como ficaram os gêneros de algumas palavras vindas desses idiomas.

das Croissant
der Cappuccino
der/die Latte macchiato
die Pizza
die Mousse
der Croûton
das/der Gratin
das Appartement 
das Konto
die Spaghetti
die Bagage
die Garage
das Püree
das Portemonnaie/Portmonee
die Idee
das Fiasko
der Mozzarella

Algumas palavras mantiveram o gênero original das línguas em questão (la pizza, la mousse), algumas ganharam o gênero neutro (das Konto, das Püree), outras pegaram o gênero oposto ao da língua original (le garage [masc.]; die Garage [fem.]; la mozzarella [fem.], der Mozzarella [masc.]).

Por que pegaram o gênero contrário?
Porque a escolha do gênero é feita de forma intuitiva. Para um alemão nativo, palavras de origem francesa que terminam em -age são  naturalmente femininas. Talvez porque em alemão palavras que terminam em -e átono (die Blume, die Rose etc.) também sejam normalmente femininas.

Em alemão: die Garage, die Etage, die Massage, die Passage etc.
Em francês (masculinas): le garage, l'étage, le massage, le passage

Não é interessante ver que para nós, falantes nativos do português, essas palavras soam naturalmente femininas? A garagem, a massagem, a passagem. Os próprios falantes de uma língua acabam escolhendo um gênero meio intuitivamente.

Eu sei que alguns alemães vão tentar explicar que o "das" de "Croissant" vem de "(das) Gebäck". Mas lembre-se de que nem sempre existirá uma palavra alemã na qual o gênero se baseia. O gênero é muito mais escolhido pela intuição natural do falante e por associações com outras palavras que já têm um gênero definido na língua.

Observem novamente o exemplo de Mozzarella. Em alemão a palavra Käse (queijo) é do gênero masculino e os nomes dos tipos de queijo também: der Camembert, der Gorgonzola, der Mozzarella.

O que acontece com as palavras de origem inglesa? 
Como expliquei antes, o gênero dos substantivos não segue uma regra única. Ele é escolhido pelos falantes de forma intuitiva e associativa. Voilá... alguns exemplos de palavras de origem inglesa e seus respectivos gêneros

das Notebook
der/das Laptop
das Tablet
das Dinner
der Brunch
die Party
die Lady
der Song
der DVD-Player
der Computer
das iPhone
das iPad
der iPod (sim, sim... é isso mesmo... das iPhone, das iPad, maaaaas der iPod mwahahahaha)
der USB-Stick
das WLAN
das Baby
das Layout
das Design
der Slang
die Family
der Smoking
das Boarding
der Trend
der Marker
der/das Input
der/das Output
der/das Download
der Shop
der Track

Chega de exemplos! Se você perguntar para um alemão por que nem todas as palavras do inglês são do gênero neutro, eles vão ter sempre uma palavra alemã para te indicar. Por exemplo: por que se diz (die) Party? Os falantes nativos vão dizer que é por causa da palavra (die) Feier. Mas em alemão também existe a palavra (das) Fest. O motivo de Party ser do gênero feminino é que gêneros não são sempre escolhidos procurando uma palavra alemã pra comparar. Eles são escolhidos por intuição.

Quer deixar um alemão confuso? Pergunte o seguinte: Se em alemão se diz (das) Lied, por que então se diz (der) Song? Muitos vão ficar procurando uma sinônimo do gênero masculino pra justificar. Mas, na verdade, o motivo mais óbvio é o processo de formação de palavras em alemão.

klingen - der Klang
schwingen - der Schwung
springen - der Sprung
singen - der Song, der Gesang

Em alemão para "canção" pode-se dizer "(das) Lied" ou "(der) Song" (pronúncia inglesa!). (Der) Gesang significa "(o) canto".

Como disse antes, é claro que um falante nativo normalmente nem sabe direito por que Song tem o gênero masculino em alemão. Mas ele seguiu intuitivamente a formação de palavras no seu próprio idioma para saber o gênero. No caso de iPod, provavelmente os alemães associaram com o som da palavra alemã (der) Pott (um tipo de panela, pote). Por que (der) Brunch se em alemão se diz (das) Frühstück e (das) Mittagessen? Por que (der) Track se em alemão se diz (die) Spur? A resposta é a mesma. Intuição. E quando não se é nativo e nos falta essa intuição, o jeito é a memorização.

E a cereja do bolo: der Piranha. Sim, o peixe que é famoso por sua dentição afiada é do gênero masculino em alemão. Afinal, der Fisch. Será? :-) 

3 de julho de 2017

Bolsas do DAAD para o Winterkurs 2018


O DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) oferece todos os anos bolsas de estudos para estudantes universitários brasileiros que estejam aprendendo alemão. É uma forma de incentivo para aqueles que futuramente possam se interessar em pesquisar na Alemanha.

É uma seleção feita nacionalmente (ou seja, qualquer universitário brasileiro pode se candidatar) e sempre fiquei muito feliz que Fortaleza sempre tenha conseguido enviar vários candidatos todos os anos.

Mas preparem-se para o frio... os cursos são oferecidos, em geral, nos meses de janeiro e/ou fevereiro.. ou seja, os meses mais frios da Alemanha. A chance de ver neve nesses meses é quase 100%, mas a chance de passar frio também é em torno de 100%. Nada de ver alemães sorridentes e felizes na rua... tá todo mundo escondido em algum lugar quentinho tomando alguma bebida quente :-) Mas é uma chance de conhecer a Alemanha, aprender alemão e ainda ganhar uma ótima ajuda de custo (3.275 Euros + seguro-saúde)

Pré-requisitos:
  • Nacionalidade brasileira ou residência permanente no Brasil
  • Matrícula em universidade brasileira (não podem estar formados antes de março de 2018)
    - Alunos da graduação:  4º semestre concluído até dezembro de 2017. Coeficiente acadêmico de 8,0 ou equivalente.
    - Alunos de mestrado
    - Alunos de doutorado
  • Conhecimentos de alemão correspondentes ao nível intermediário B1 para todas as carreiras
  • Teste OnSET (antigamente chamado de onDaF) é obrigatório para todos os candidatos (clique aqui para obter dicas de como se preparar para o teste onDaF)
  • Carta de motivação escrita em alemão
(Informações retiradas do site do DAAD):
Você pode se inscrever até o dia 15 de agosto de 2017 (23:59 - horário alemão). Para ler o edital clique aqui.

Quer ganhar essa bolsa? A inscrição será feita pelo portal do DAAD. (Clique aqui).
Para ler sobre as cidades alemãs onde você poderá estudar, clique aqui.

Não se esqueçam de que aqui no blog já postei várias dicas para se preparar para o teste onDaF. Clique aqui.

Atenção! Não respondemos perguntas sobre a bolsa. Todas as perguntas devem ser dirigidas aos contatos fornecidos na página do DAAD e/ou no edital. Mas gostaríamos muito de ler nos comentários experiências de quem já fez o Winterkurs.

Todas as informações foram retiradas da página do DAAD Brasil
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